
OFICINA LIONS QUEST – WORK SHOP
Data: 27 de agosto e 03 de setembro
Local: Lions Clube de Guaira
Rua 22, nr 86 – Centro – Guaíra-SP
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XV Encontro Nacional das Associações e Movimentos de Apoio a Pacientes com Epilepsia
São José do Rio Preto, SP – 16 a 18 de março de 2017
Programação/sujeito a mudanças
Dia 16/03/2017 – quinta-feira
OFICINAS
9hs às 12hs
ASPE - Assistência à Saúde de Pacientes com Epilepsia
MAPEJ - Movimento de Apoio a Pessoas com Epilepsia de Joinville – SC
14-17 hs
Mesa de honra: Dr. Moacir Alves Borges, Dr. Ley Sander, Dr. Li Li Min, Dr. Osmar Cardin, Carlos do Espírito Santo, Dr. Edmilson, Dr. Renato.
Coordenadora: Dra. Maria Carolina Doretto
Convidar um advogado para falar a diferença entre associação e movimento, quais os direitos e deveres. Fazer um debate onde cada associação fala o que está fazendo e quais as dificuldades encontradas.
Coordenadoras: Isilda e Miraci
19 hs – Sessão solene de abertura – (Prefeito e Diretor da Faculdade..)
Palestra de abertura: Dr. Ley Sander ; ESTÁGIO ATUAL DA EPILEPSIA BRASILEIRA EM RELAÇÃO AOS DEMAIS PAÍSES.
Jantar ou coquetel de recepção ao som de viola clássica de Renato Gagliarde que interpretará Villa Lobos.
Dia 17/03/2017 – sexta-feira:
[8:30 - 9:00] - Recepção , boas-vindas e credenciamento
[9:00 – 9:30] - Abertura –Valquíria Ferreira e Dr. Moacir Alves Borges
Mesa de honra: Dr. Moacir Alves Borges, Dr. Ley Sander, Dr. Li Li Min, Dr. Osmar Cardin, Valquíria Ferreira, Carlos do Espírito Santo De Orfa.
[9:30 – 12:30]: EIXO TEMÁTICO: EPILEPSIA E TRABALHO
9:30: Palestra: Epilepsia e Trabalho: Ley Sander" Inclusão social e laboral das pessoas com epilepsia . PHD,UNIVERSITY COLLEGE LONDON DEPARTMENT
[10:30 – 12:30]- Mesa redonda: Recomendações sobre Epilepsia e Trabalho pelo Grupo de Trabalho da EPIBRASIL –
Coordenadores: Prof. Dr Moacir Alves Borges; Prof Dr. Carlos Silvado
10:30: Apresentação das discussões de 2016 e do II Fórum – Valquiria Gonçalves Ferreira
Debatedores: Enfª Gabriela Spagnol, Dr. Edimilson Fonseca, Psic Denise Martins Ferreira, Dr. Fernando Akiyo Maria, Dra. Lailah Vilela, Dr. Renato Nickel e Dra. Laura Guilhoto.
[12:30 - 14:00] – BRUNCH
Seção de Pôsteres
1) Associações e movimentos organizados.
2) Pesquisa aplicada e profissionais multidisciplinares.
[14:00 – 16:00] - EIXO TEMÁTICO: A MULHER COM EPILEPSIA
14:00 -14:40: Gravidez, aleitamento, anticoncepção e menopausa - Dr. Wagner Teixeira
14:40-15:20: Sexualidade na mulher com epilepsia: Dra. Lucia Helena (FUNFARME)
[15:20-16:00]: Debates
[16:00-17:00] Discussão e encaminhamentos sobre a "Campanha pela cidadania dos brasileiros com epilepsia" Dr. Li, ABE, LBE, Dr. Ley Sander, Dr. Silvado, Dr. Moacir, Dr. Edmilson, Deputado Delmasso, Dra. Regina Stella, Dra Orfa .
17:00h Resultados do I Concurso de Poesia e Contos de Pessoas com Epilepsia promovido pela Academia Riopretense Macônica de Letras e EPIBRASIL – Premiação
17:30 hs: Encerramento
20:00: Jantar de confraternização: Comida típica da região de São José do Rio Preto: Queima do Alho de Milton Liso, ao som do Conjunto Musical Raizeiros.
Dia 18/03/2017 - Assembleia Geral
[9:00-12:00] -
Pauta
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LOCAL: INSCRIÇÕES e INFORMAÇÔES:
FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE EPILEPSIA
Sobre o evento
As associações afiliadas à EPIBRASIL reúnem seus representantes uma vez ao ano, cada ano em uma cidade do Brasil. Neste ano, nosso Encontro acontecerá em São José do Rio preto – SP, no período de 16 a 18 de março de 2017, no Hotel Ipê Parking, para discutir problemas que dificultam a vida das pessoas com epilepsia, principalmente no que tange à atividade de trabalho.
Este evento tem por objetivo reunir delegados que representam as Associações de Pessoas com Epilepsia de todo o Brasil, pessoas com epilepsia, seus familiares, profissionais que atuam nesta área e autoridades para discutir as dificuldades vividas por ele que chegam a ser cerca de 2% da população. Juntamente com os professores e pesquisadores e o pessoal da administração pública formularem propostas de políticas públicas para atenção à saúde destas pessoas, que são, praticamente sem exceção, inadequadamente atendidas na rede pública de saúde.
A participação é gratuita.
Serão conferidos certificados aos participantes.
Podem participar pessoas com epilepsia, familiares, amigos e profissionais que cuidam destas pessoas. Convidamos também Associações e Movimentos de Apoio existentes no Brasil a se associar e assim, aumentar nossa força para conquistar atendimento de qualidade à saúde de pessoas com epilepsia, acesso ao mercado de trabalho e assistência adequada a todos aqueles que necessitam.
Para informar-se sobre as atividades da Federação Brasileira de Epilepsia, o Sr. poderá ler o Boletim Especial – Edição de Natal de 2015 no endereço http://issuu.com/adciencia/docs/semcrisenatal15.
A Epilepsia
A epilepsia é uma doença não contagiosa, caracterizada por crises epilépticas repetidas. Ela se manifesta em indivíduos de todas as idades, sendo mais frequente entre crianças e idosos, por serem mais vulneráveis a infecções, acidentes e doenças, cujas complicações podem causar crises epilépticas. Embora não tenhamos no Brasil pesquisas sobre a incidência e a prevalência, as estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que a epilepsia atinge 1% a 2% da população em todos os países, sendo agravada pela pobreza, devido à precariedade do sistema de saúde e à grande incidência de doenças infecciosas nas camadas mais pobres da população. Assumindo uma prevalência de 2%, pode-se estimar que 4 milhões de brasileiros têm epilepsia. A maior parte das pessoas com epilepsia, mesmo tendo qualificação profissional, está fora do mercado formal de trabalho, devido ao estigma e ao preconceito relacionados à doença. O estigma e o preconceito são barreiras para que elas exercitem seus direitos humanos e a integração social.
Entretanto, é no trabalho que as características estigmatizantes da epilepsia se tornam tão explícitas e têm ação tão avassaladora. Os controles culturais desfavoráveis ao ajustamento social da pessoa com epilepsia dificultam-lhe o acesso ao mercado de trabalho e, portanto, a ascensão social, contribuindo para seu isolamento e exacerbando ou desencadeando patologias psicossociais. Estabelece-se então um ciclo perverso: restrições na escolha da profissão, sentimento de isolamento e de discriminação, dificuldades de obtenção e manutenção de emprego, que comprometem a aderência ao tratamento e contribuem para o insucesso terapêutico, fechando o ciclo danoso.